I HATE YOU, BOY!

Sabes, amanhã tenho exame de Matemática. Como é óbvio, não vou estudar porque odeio matemática com tudo o que tenho, e a porra da disciplina estragou-me a pauta vitoriosa. Mas sabes o que odeio ainda mais do que a Matemática, e que se foi tornando o factor principal de eu já nem sentir motivação para subir a nota, fosse a que disciplina fosse? Tu. Não te consigo tirar da cabeça, por muito que tente cantar, dançar, escrever, falar, gritar, ou até mesmo dormir. Não consigo fazer-te desaparecer, camelo! Não consigo tirar-te da minha vida que precisa o mais rápido possível da tua saída triufante! Ou...não. Talvez ela precise realmente de te ter e de te poder envolver nos seus complexos de protecção criados apenas para ti. E...porque estou eu a falar da minha vida, como se ela não fosse realmente minha? Ok, definitivamente eu odeio-te. Ok...definitivamente eu estou a mentir com todas as letras e mais algumas...ok, definitivamente eu estou farta de ti!! E não, não estou a mentir! Ou...talvez esteja...!(?) Vês? Vês o que me fazes? Porque não desapareces de uma vez e me deixas sofrer sem pelo menos ter de ser torturada ao ver-te todos os dias da minha crucificante vida?! Crucificante...? Crucificante o quê, pá?! Eu devia agradecer a Deus todos os dias por ter a oportunidade de viver! Mas devia também explicar-lhe que viver assim...não dá gosto e vontade de acordar amanhã.
Não dizem que temos todos um anjo da guarda que nos protege (daí ser chamado de "guarda"), e nos livra de seguirmos maus caminhos? Então...chamem o meu anjinho! Para que ele me venha salvar deste pesadelo termendo a que estou exposta há já praticamente um mês! Para claro...não dizer mais do que isso. E outro pormenor...se o anjo da guarda nos livra de seguirmos maus caminhos, lamento informar, mas tu não deves ter anjo da guarda. Porque farto de seguir por maus caminhos? Estás tu. E agora, após reflectir...talvez o teu anjo da guarda tenha sido eu! Mas tu...tu afastaste-me de ti. Praticamente fechaste todos os caminhos que nos ligavam um ao outro. O que definitivamente...foi feito com um empurrãozinho do meu anjo da guarda, por saber que nunca foste bom o suficiente para mim! E após me teres afastado de ti desta forma grosseira e insensível...estás então exposto ao mundo do Diabo e das ingratidões. Dos maus caminhos, maus vícios, maus sonhos...tudo o que soa a mau. De veras...grande complicação. Mas porra pá, tu mesmo és complicado! Complicadíssimo até. Deves ter sido alguma versão criada apenas com erros e más programações...suponhamos que todos os humanos pertencem à versão 9, tu és a versão 9/danificada ou então a versão 10 com defeito...tens tantas imperfeições que és capaz até de ser ambas as coisas e mais umas quantas! Depois de tudo isto...pensa bem...mereces alguma coisa? Não, pois não? Bem me parecia.
És um bicho. Adeus. Amo-te...infelizmente!

Tudo aquilo que as palavras transparecem.

Eu acreditava que te via em tudo o que era transparente. Aliás, para mim, tu próprio eras transparente. Eu via-te sobre o céu, via-te na água, no reflexo dela, via-te no espelho, via-te no ecrã do telemóvel...tudo lugares onde tu nunca tiveras estado, e onde a incógnita da tua presença sempre permaneceu viva e segura de si. Eu acreditava que tu eras o orgulho de tudo o que eu tinha. Eu acreditava, que tu davas o certo brilho especial à minha vida...o brilho que nunca ninguém deu, por não ser capaz de o fazer. Eu acreditava que tu eras a voz suave que ecoava nos meus ouvidos, quer estivesse eu acordada, ou a dormir. Eu acreditava que...tu eras o anjo solene que invadia as minhas noites, e se deitava ao meu lado, na cama, cobrindo-me a cada instante em que os cobertores por acaso se "deprendiam" da minha pele. Eu acreditava que tu eras a combinação perfeita de todas as palavras do meu diário cheio de uma história para contar. Uma história de amor intenso e saciante de...algo que eu nem sei descrever. Eu via em ti, o papel que todos os príncipes perfeitos interpretavam nos filmes mais românticos existentes no mundo do cinema. Eu acreditava que...tu eras a melhor peça que eu poderia ter juntado ao meu puzle. Eu acreditava que tu eras a "tal" pessoa que me faltava conhecer, para que eu fosse feliz num estado...algo empolgante e fora do normal. Eu acreditava que em ti, estava o meu sonho tornado realidade: um grande rapaz, loiro, moreno, cabelo encaracolado, sorriso simples e de criancinha...bom coração...a pessoa com quem eu sempre quis permanecer. Até ao fim dos meus dias, em que até lá...eu te daria todo o amor e carinho. Todo aquele compartilhamento de emoções a que tu nunca te tinhas exposto. Eu acreditava que o teu sabor era...o meu sabor favorito: mentol. Pois eu sentia que cada movimento teu, suava a fresco e genuíno...e que o teu cheiro...se entranhava no meu nariz, e se apoderava de todo o meu corpo de forma fresca, natural e suave. Eu acreditava que em ti, estava o mar, o vento, o céu, as plantas...todas as necessidades básicas que nos proporcionam momentos de ambição e de garra, seguidos de instantes de aventur, tentação precoce e duradoura. Eu acreditava que o teu coração, batia recíprocamente com o meu, fazendo a melodia perfeita. E em ti...em ti eu encontrava a esperança de recuperar, tudo o que em tempos perdi. Pois tu davas-me a força que me fazia acreditar em nunca desistir, pois para ti, tudo era possível. Contigo, eu sentia ser capaz de tocar até o céu. E contigo...contigo eu sentia ter a lua nas mãos. Tu fazias-me ser...quente. Quente como uma fogueira acessa, repleta de uma chama intensa, sem fim algum! Mas por outro lado...tu fazias-me ser fresca. Fresca como a erva coberta de orvalho em pleno dia de Inverno. Sabes...contigo eu até me sentia uma super-mulher. Pois eu achava que correspondia a todas as tuas expectativas. Eu acreditava que comigo...tu te sentias protegido. Pois eu protegia-te de tal forma...que o papel de rapariga apaixonada a defender minimamente o seu amado, deixou de ser fiável. Talvez...em todos aqueles momentos, o papel apropriado para mim fosse simplesmente o de uma mãe a proteger o seu filho. Mas pouco me importava o que eu mostrava ou não ser. Importava sim o facto de tu me veres como a rapariga perfeita. Aquela que te entenderia a mão quando estivesses de pé, e que serviria de suporte quando estivesses no chão. Pois eu sabia, eu sabia que nunca ninguém te daria melhor vida do que eu. Eu sabia que era capaz de te fazer feliz. Eu sabia que era capaz de me sacrificar por ti, sem nunca te negar um sorriso, em momento algum. Eu sabia que por ti...eu dava tudo e mais alguma coisa, o possível e o impossível, o muito e o pouco...eu sabia que por ti...eu seria sempre alguém que nunca ninguém conheceu. O que para mim...não significava ter duas personalidades. Apenas...uma compaixão melhor para com a pessoa que eu acreditava amar-me mais do que a si própria.
Outra coisa em que eu claramente acreditava era que...o tempo nos traria momentos melhores, melhores, melhores e melhores a cada toque do relógio. Eu sentia que seríamos sempre capazes de tudo, e que nunca, por algum momento, a palavra "desistir"se iria enquadrar na nossa história. E na verdade...o tempo trouxe-me o oposto de tudo isso. Pois ele trouxe consigo a pessoa que tu realmente eras, e que infelizmente, ainda continuas a ser. Em tempos, eu ficava petrificada ao ver a tua beleza simples e natural. Hoje, fico petrificada ao ver a pessoa horrível com quem eu convivi durante tanto, tanto e tanto tempo. Dediquei-te tanto tempo da minha vida...dei-te mais do que alguma vez dei a mim própria...e hoje, a tua imperfeição faz-me temer-te. Por muito que a tua presença esteja a três quilómetros de distância do meu corpo...que ainda precisa de ti.
Contigo eu sonhei roubar a lua. Hoje, eu sonho que a lua me roube, para que eu não tenha de te ver mudar para pior, de dia para dia.

U smile*



Dear Justin,

«Forever, any day (...)
Ain't no way, you ever gonna get (...)
If you need me, I'll come running, from a thousand miles away (...)
Cause this is as
unconditional as it'll
ever get You ain't
seen nothing yet,
I won't ever hesitate (...)
Cause whenever U smile, I smile

Sabedoria, Justin*

Hoje, vou "falar" sobre uma entrevista que li, que me captou bastante a atenção e me fez desejar explicá-la e revelá-la a todos vocês.
«Aos 17 anos, Justin Bieber ainda tem obviamente muito que aprender no que toca a assuntos do coração. Mas mesmo assim, Justin ainda tem o que dizer da sua mudança do ponto de vista do que é o amor. (...)»
O Justin foi questionado sobre...algo de que muitos duvidam e até julgam. A pergunta foi a seguinte:
«Muitas pessoas dizem, ‘ele tem 17 anos! O que sabe sobre o amor?'» O Justin riu-se, e disse: «Eu apenas penso...se já tiveste um cão, sabes o que é amor.» Mas...ele declarou que foi encontrando outras formas de amar: «Quando se faz 11 ou 12 anos, começa-se a sair com raparigas e pensa-se ‘Oh, eu gosto delas, eu quero sair com essa rapariga pois ela é bonita,’ (...) Não sabemos o significado real do amor, mas achamos que sabemos
Depois, Justin admitiu que amar uma rapariga é algo que pode ser mais confuso no início, até que se possa ter certeza dos sentimentos: «Quando ficamos um pouco mais velhos, tipo uns 14 anos, estamos na escola e achamos que ainda a amamos, mas na realidade não sabemos o que isso significa Justin comentou que só a partir dos 15 anos, começou a entender mais deste sentimento indecifrável: «Quando se completa 15 ou 16 anos, temos uma ideia maior sobre o que isso significa pois já tivemos uma ou duas namoradas.»
-
Agora vou explicar o facto pelo qual decidi publicar esta entrevista no blogue.
Primeiro de tudo, acho certo tê-lo feito. Pois foi apenas mais uma prova de que o Justin Bieber não é tão má pessoa como muitos dizem e questionam. Ele não finge, não engana, não mente. E sim, ele ama, ele deseja, ele quer, ele precisa. Pois sim...são 17 anos. Meros 17 anos. Mas...desde quando tem de existir necessariamente uma idade fixa em que aprenderemos o que é o amor? Lamento informar todos aqueles que o criticam e o julgam, mas todos nós, a partir do primeiro segundo em vimos ao mundo, já amamos: a nossa mãe. Portanto, o amor não vem com a idade, vem com o tempo e com a vida em si. O Justin Bieber sabe o que é amar, tal como todos nós o sabemos. E...tomara que todos os rapazes fossem como ele. Que nunca tivessem vergonha ou receio de admitir os seus sentimentos, e que se apaixonássem por uma rapariga com o intuito de a fazer feliz e a mais concretizada do mundo. Pois realmente...os homens dos grandes filmes e livros de romance, são assim.
Outro motivo pelo qual decidi publicar este artigo, e...o motivo mais forte, foi claramente o facto de tu teres 14 anos, e eu 16. Tudo isto fez-me entender (como eu na verdade já tinha entendido), que tu acreditavas no facto de me amar, mas no fundo...não o sentias, e um dia, vais percebê-lo. E eu...tenho 16 anos...sei claramente o que quero para mim. Sei o que amo, o que não amo; o que preciso, e tudo aquilo de que não preciso. Sabes o que preciso? De ti. Sabes do que não preciso? Do teu joguinho triste para comigo. Sabes...o que não amo? Que me tenhas feito sofrer, e ainda faças, desta forma. Sabes o amo? Tu. Amo-te a ti. E isso...eu não digo porque me apetece, ou porque quero e me orgulho de dizê-lo. Porque se fosse por escolha própria...acredita que tu serias a última pessoa que eu diria amar e me orgulhar de o dizer. Mas...o meu coração não apenas diz amar-te, como o grita todos os dias da minha vida.
Ontem, ver-te, foi...mais doloroso do que alguma vez pensei que fosse. Estive seis dias sem te ver, o que para mim, equivaleu a dois anos. Confesso que estava habituada a levar a minha vida, sem a tua presença a atormentar-me. Mas...convenci-me de que terei de lidar contigo na minha vida, para sempre. Porque...por muito que talvez um dia eu te venha a esquecer (e eu acredito bastante nisso), eu nunca me esquecerei de ti e do que foste para a minha vida. E tu, nunca te esqueças que eu te amei mais do que qualquer outra pessoa que disse amar-te, em momento algum. Porque eu sei que era (e ainda sou) capaz de te fazer uma das pessoas mais felizes do mundo. Porque duvido que algum dia, alguém, estivesse disposto a prejudicar-se por ti, para te roubar um mero sorriso. Mas acredita, eu faria-o. Como...já o fiz em inúmeras vezes. Errei. Errei por fazer isso, e muito mais que tu nunca mereceste. E sabes a coisa que menos mereces? Que eu te ame. Que eu te ame assim.
Reconhece. Eu amo-te. Reconhece que não prestas. RECONHECE QUE ME MENTISTE. RECONHECE QUE ME TRAIS-TE. RECONHECE QUE ME ENGANASTE! RECONHECE QUE ME ILUDISTE. RECONHECE QUE FOSTE UM CANALHA DE...COISO! RECONHECE QUE NUNCA VALESTE NADA. RECONHECE! Já nem te digo para que te faças homem, digo-te apenas para que te faças uma pessoa minimamente decente e admitas tudo o que fizeste.
Reconhece que erraste, Gabriel.

«Aprendi sem dicionário, que a saudade não tem tradução.»

Sabes quando eu sentia que te amava mais do que tudo na minha vida? Bem...até eu acreditava nisso. Até ao momento em que percebi que sei, posso e devo viver sem ti, que és uma má influência dos meus dias atribulados e inconstantes. Eu quero dizer-te que ainda te amo...mas eu já nem sei. Não sei se o faça por já não ter forças para isso, ou se o faça por já te ter tanto nojo ao ponto de te estar a retirar da minha cabeça aos poucos e poucos, com todas as asneiras tristes e desajeitadas que tu fizeste ao longo de todo o tempo que conviveste comigo. Após tanto tempo em que eu te dei tudo o que pude dar...após tanto tempo em que eu fiz de ti o rei e eu a criada...tu tratas-me como se eu fosse mero lixo, indiferente a qualquer pessoa com quem convivas, e muito mais indiferente ainda...a ti. Mas só te quero dizer isto, por muito que nem o estejas a ler: tu também estás a passar a ser tão indiferente para mim, como eu sou para ti. Pois a perfeição e a simplicidade orgulhosa que eu via em ti, a cada passar teu por mim, está a desvanecer-se com todos os complexos erros que cometeste para comigo. Pois o brilho ofuscante que eu via nos teus olhos cor de avelã, está a transformar-se num negrume obscuro e solitário, como o céu à noite. Pois...todos os palpites doentios do meu coração com a tua presença, se estão a tornar em escassos sons simples e banais. Estás a perder o valor, ainda que eu não sei se o queira...tenho medo do que se tornará o meu futuro sem te amar. Sem te desejar, sem te querer, sem precisar de ti. Tenho medo da pessoa em que eu me tornarei, visto que eu sou hoje, a pessoa que tu me fizeste ser. Espero poder deixar de te amar o mais rápido possível, mas permanecer igual de forma interior. Espero continuar a pensar da mesma forma, levar avante os mesmos objectivos, acreditar nas mesmas coisas, e ter vontade de realizar os mesmos sonhos. Espero nunca deixar de ser quem sou.
E é nestes momentos, após saborear cada palavra com exaustão, que eu lamentavelmente admito que digo que não te amo, para me convencer de tal. Mas no fundo...no fundo...eu amo-te, Gabriel. Eu tenho saudades tuas...muitas. Eu lamento tudo isto. TUDO. Tu não mereces nada de nada, e eu tenho plena noção disso! Mas...a sério, a sério, A SÉRIO que eu te amo. Deixaste sim de ser a pessoa mais importante da minha vida, mas continuas a ser a pessoa que eu mais desejo. Eu já não tenho obrigatoriamente de te ter para sobreviver. Se calhar...nunca tive. Mas da mesma forma que sem ti nada é a mesma coisa, eu sei que contigo tudo seria diferente. Eu lamento que tu tenhas feito de todo aquele tempo, uma mera brincadeira absurda a passageira da adolescência a que tu não estás a corresponder da melhor forma. Mas acredita...não é toda essa tua imperfeição completamente visível que me faz deixar de te amar e de te querer, como em todos os passados dias da minha vida. Odeio o facto de seres lindo, e da tua pele me tentar a tocar-lhe a cada segundo que passa. Mas sabes o que odeio mais, no meio de tudo isto? Que tenhas mudado. Que tenhas mudado, para uma pessoa que eu nunca desejei conhecer. Eu não dava tudo, mas dava MUITO para que voltasses a ser como te conheci. Porque a forma como eras doce, simples e não tentado a cair na conversa de todo o mundo, fazia de ti a melhor pessoa que eu já conheci em toda a minha vida. Eu pedi-te...eu pedi-te para que não mudasses. Eu pedi-te para que nunca deixasses de ser quem eras. E...eu lembro-me perfeitamente da tua resposta, como se fosse hoje. Não cumpriste. Para variar, não cumpriste. Mas isso, eu perdoo. Perdoo porque sei que a nossa mudança, nós nunca podemos controlar. Mas não perdoo tudo o resto que tu me fizeste. Pois isso, tu poderias ter controlado nas inúmeras vezes em que foste tentado a fazer-me mal e a trair-me pelas costas. Isso, eu nunca te vou perdoar totalmente. Pois o perdão, existe para ser dado, e os erros para serem perdoados. Toda a gente erra, mas apenas nem todos os erros se perdoam.
Eu não vou continuar a esconder. E não vou voltar a escrever um texto dirijido a ti, sem colocar o teu nome. Portanto, a última coisa que te direi, claramente, será:
Tenho saudades de tudo o que eras. Eu amo-te, Gabriel.

I HATE YOU, BOY!

Sabes, amanhã tenho exame de Matemática. Como é óbvio, não vou estudar porque odeio matemática com tudo o que tenho, e a porra da disciplina estragou-me a pauta vitoriosa. Mas sabes o que odeio ainda mais do que a Matemática, e que se foi tornando o factor principal de eu já nem sentir motivação para subir a nota, fosse a que disciplina fosse? Tu. Não te consigo tirar da cabeça, por muito que tente cantar, dançar, escrever, falar, gritar, ou até mesmo dormir. Não consigo fazer-te desaparecer, camelo! Não consigo tirar-te da minha vida que precisa o mais rápido possível da tua saída triufante! Ou...não. Talvez ela precise realmente de te ter e de te poder envolver nos seus complexos de protecção criados apenas para ti. E...porque estou eu a falar da minha vida, como se ela não fosse realmente minha? Ok, definitivamente eu odeio-te. Ok...definitivamente eu estou a mentir com todas as letras e mais algumas...ok, definitivamente eu estou farta de ti!! E não, não estou a mentir! Ou...talvez esteja...!(?) Vês? Vês o que me fazes? Porque não desapareces de uma vez e me deixas sofrer sem pelo menos ter de ser torturada ao ver-te todos os dias da minha crucificante vida?! Crucificante...? Crucificante o quê, pá?! Eu devia agradecer a Deus todos os dias por ter a oportunidade de viver! Mas devia também explicar-lhe que viver assim...não dá gosto e vontade de acordar amanhã.
Não dizem que temos todos um anjo da guarda que nos protege (daí ser chamado de "guarda"), e nos livra de seguirmos maus caminhos? Então...chamem o meu anjinho! Para que ele me venha salvar deste pesadelo termendo a que estou exposta há já praticamente um mês! Para claro...não dizer mais do que isso. E outro pormenor...se o anjo da guarda nos livra de seguirmos maus caminhos, lamento informar, mas tu não deves ter anjo da guarda. Porque farto de seguir por maus caminhos? Estás tu. E agora, após reflectir...talvez o teu anjo da guarda tenha sido eu! Mas tu...tu afastaste-me de ti. Praticamente fechaste todos os caminhos que nos ligavam um ao outro. O que definitivamente...foi feito com um empurrãozinho do meu anjo da guarda, por saber que nunca foste bom o suficiente para mim! E após me teres afastado de ti desta forma grosseira e insensível...estás então exposto ao mundo do Diabo e das ingratidões. Dos maus caminhos, maus vícios, maus sonhos...tudo o que soa a mau. De veras...grande complicação. Mas porra pá, tu mesmo és complicado! Complicadíssimo até. Deves ter sido alguma versão criada apenas com erros e más programações...suponhamos que todos os humanos pertencem à versão 9, tu és a versão 9/danificada ou então a versão 10 com defeito...tens tantas imperfeições que és capaz até de ser ambas as coisas e mais umas quantas! Depois de tudo isto...pensa bem...mereces alguma coisa? Não, pois não? Bem me parecia.
És um bicho. Adeus. Amo-te...infelizmente!

Tudo aquilo que as palavras transparecem.

Eu acreditava que te via em tudo o que era transparente. Aliás, para mim, tu próprio eras transparente. Eu via-te sobre o céu, via-te na água, no reflexo dela, via-te no espelho, via-te no ecrã do telemóvel...tudo lugares onde tu nunca tiveras estado, e onde a incógnita da tua presença sempre permaneceu viva e segura de si. Eu acreditava que tu eras o orgulho de tudo o que eu tinha. Eu acreditava, que tu davas o certo brilho especial à minha vida...o brilho que nunca ninguém deu, por não ser capaz de o fazer. Eu acreditava que tu eras a voz suave que ecoava nos meus ouvidos, quer estivesse eu acordada, ou a dormir. Eu acreditava que...tu eras o anjo solene que invadia as minhas noites, e se deitava ao meu lado, na cama, cobrindo-me a cada instante em que os cobertores por acaso se "deprendiam" da minha pele. Eu acreditava que tu eras a combinação perfeita de todas as palavras do meu diário cheio de uma história para contar. Uma história de amor intenso e saciante de...algo que eu nem sei descrever. Eu via em ti, o papel que todos os príncipes perfeitos interpretavam nos filmes mais românticos existentes no mundo do cinema. Eu acreditava que...tu eras a melhor peça que eu poderia ter juntado ao meu puzle. Eu acreditava que tu eras a "tal" pessoa que me faltava conhecer, para que eu fosse feliz num estado...algo empolgante e fora do normal. Eu acreditava que em ti, estava o meu sonho tornado realidade: um grande rapaz, loiro, moreno, cabelo encaracolado, sorriso simples e de criancinha...bom coração...a pessoa com quem eu sempre quis permanecer. Até ao fim dos meus dias, em que até lá...eu te daria todo o amor e carinho. Todo aquele compartilhamento de emoções a que tu nunca te tinhas exposto. Eu acreditava que o teu sabor era...o meu sabor favorito: mentol. Pois eu sentia que cada movimento teu, suava a fresco e genuíno...e que o teu cheiro...se entranhava no meu nariz, e se apoderava de todo o meu corpo de forma fresca, natural e suave. Eu acreditava que em ti, estava o mar, o vento, o céu, as plantas...todas as necessidades básicas que nos proporcionam momentos de ambição e de garra, seguidos de instantes de aventur, tentação precoce e duradoura. Eu acreditava que o teu coração, batia recíprocamente com o meu, fazendo a melodia perfeita. E em ti...em ti eu encontrava a esperança de recuperar, tudo o que em tempos perdi. Pois tu davas-me a força que me fazia acreditar em nunca desistir, pois para ti, tudo era possível. Contigo, eu sentia ser capaz de tocar até o céu. E contigo...contigo eu sentia ter a lua nas mãos. Tu fazias-me ser...quente. Quente como uma fogueira acessa, repleta de uma chama intensa, sem fim algum! Mas por outro lado...tu fazias-me ser fresca. Fresca como a erva coberta de orvalho em pleno dia de Inverno. Sabes...contigo eu até me sentia uma super-mulher. Pois eu achava que correspondia a todas as tuas expectativas. Eu acreditava que comigo...tu te sentias protegido. Pois eu protegia-te de tal forma...que o papel de rapariga apaixonada a defender minimamente o seu amado, deixou de ser fiável. Talvez...em todos aqueles momentos, o papel apropriado para mim fosse simplesmente o de uma mãe a proteger o seu filho. Mas pouco me importava o que eu mostrava ou não ser. Importava sim o facto de tu me veres como a rapariga perfeita. Aquela que te entenderia a mão quando estivesses de pé, e que serviria de suporte quando estivesses no chão. Pois eu sabia, eu sabia que nunca ninguém te daria melhor vida do que eu. Eu sabia que era capaz de te fazer feliz. Eu sabia que era capaz de me sacrificar por ti, sem nunca te negar um sorriso, em momento algum. Eu sabia que por ti...eu dava tudo e mais alguma coisa, o possível e o impossível, o muito e o pouco...eu sabia que por ti...eu seria sempre alguém que nunca ninguém conheceu. O que para mim...não significava ter duas personalidades. Apenas...uma compaixão melhor para com a pessoa que eu acreditava amar-me mais do que a si própria.
Outra coisa em que eu claramente acreditava era que...o tempo nos traria momentos melhores, melhores, melhores e melhores a cada toque do relógio. Eu sentia que seríamos sempre capazes de tudo, e que nunca, por algum momento, a palavra "desistir"se iria enquadrar na nossa história. E na verdade...o tempo trouxe-me o oposto de tudo isso. Pois ele trouxe consigo a pessoa que tu realmente eras, e que infelizmente, ainda continuas a ser. Em tempos, eu ficava petrificada ao ver a tua beleza simples e natural. Hoje, fico petrificada ao ver a pessoa horrível com quem eu convivi durante tanto, tanto e tanto tempo. Dediquei-te tanto tempo da minha vida...dei-te mais do que alguma vez dei a mim própria...e hoje, a tua imperfeição faz-me temer-te. Por muito que a tua presença esteja a três quilómetros de distância do meu corpo...que ainda precisa de ti.
Contigo eu sonhei roubar a lua. Hoje, eu sonho que a lua me roube, para que eu não tenha de te ver mudar para pior, de dia para dia.

U smile*



Dear Justin,

«Forever, any day (...)
Ain't no way, you ever gonna get (...)
If you need me, I'll come running, from a thousand miles away (...)
Cause this is as
unconditional as it'll
ever get You ain't
seen nothing yet,
I won't ever hesitate (...)
Cause whenever U smile, I smile

Sabedoria, Justin*

Hoje, vou "falar" sobre uma entrevista que li, que me captou bastante a atenção e me fez desejar explicá-la e revelá-la a todos vocês.
«Aos 17 anos, Justin Bieber ainda tem obviamente muito que aprender no que toca a assuntos do coração. Mas mesmo assim, Justin ainda tem o que dizer da sua mudança do ponto de vista do que é o amor. (...)»
O Justin foi questionado sobre...algo de que muitos duvidam e até julgam. A pergunta foi a seguinte:
«Muitas pessoas dizem, ‘ele tem 17 anos! O que sabe sobre o amor?'» O Justin riu-se, e disse: «Eu apenas penso...se já tiveste um cão, sabes o que é amor.» Mas...ele declarou que foi encontrando outras formas de amar: «Quando se faz 11 ou 12 anos, começa-se a sair com raparigas e pensa-se ‘Oh, eu gosto delas, eu quero sair com essa rapariga pois ela é bonita,’ (...) Não sabemos o significado real do amor, mas achamos que sabemos
Depois, Justin admitiu que amar uma rapariga é algo que pode ser mais confuso no início, até que se possa ter certeza dos sentimentos: «Quando ficamos um pouco mais velhos, tipo uns 14 anos, estamos na escola e achamos que ainda a amamos, mas na realidade não sabemos o que isso significa Justin comentou que só a partir dos 15 anos, começou a entender mais deste sentimento indecifrável: «Quando se completa 15 ou 16 anos, temos uma ideia maior sobre o que isso significa pois já tivemos uma ou duas namoradas.»
-
Agora vou explicar o facto pelo qual decidi publicar esta entrevista no blogue.
Primeiro de tudo, acho certo tê-lo feito. Pois foi apenas mais uma prova de que o Justin Bieber não é tão má pessoa como muitos dizem e questionam. Ele não finge, não engana, não mente. E sim, ele ama, ele deseja, ele quer, ele precisa. Pois sim...são 17 anos. Meros 17 anos. Mas...desde quando tem de existir necessariamente uma idade fixa em que aprenderemos o que é o amor? Lamento informar todos aqueles que o criticam e o julgam, mas todos nós, a partir do primeiro segundo em vimos ao mundo, já amamos: a nossa mãe. Portanto, o amor não vem com a idade, vem com o tempo e com a vida em si. O Justin Bieber sabe o que é amar, tal como todos nós o sabemos. E...tomara que todos os rapazes fossem como ele. Que nunca tivessem vergonha ou receio de admitir os seus sentimentos, e que se apaixonássem por uma rapariga com o intuito de a fazer feliz e a mais concretizada do mundo. Pois realmente...os homens dos grandes filmes e livros de romance, são assim.
Outro motivo pelo qual decidi publicar este artigo, e...o motivo mais forte, foi claramente o facto de tu teres 14 anos, e eu 16. Tudo isto fez-me entender (como eu na verdade já tinha entendido), que tu acreditavas no facto de me amar, mas no fundo...não o sentias, e um dia, vais percebê-lo. E eu...tenho 16 anos...sei claramente o que quero para mim. Sei o que amo, o que não amo; o que preciso, e tudo aquilo de que não preciso. Sabes o que preciso? De ti. Sabes do que não preciso? Do teu joguinho triste para comigo. Sabes...o que não amo? Que me tenhas feito sofrer, e ainda faças, desta forma. Sabes o amo? Tu. Amo-te a ti. E isso...eu não digo porque me apetece, ou porque quero e me orgulho de dizê-lo. Porque se fosse por escolha própria...acredita que tu serias a última pessoa que eu diria amar e me orgulhar de o dizer. Mas...o meu coração não apenas diz amar-te, como o grita todos os dias da minha vida.
Ontem, ver-te, foi...mais doloroso do que alguma vez pensei que fosse. Estive seis dias sem te ver, o que para mim, equivaleu a dois anos. Confesso que estava habituada a levar a minha vida, sem a tua presença a atormentar-me. Mas...convenci-me de que terei de lidar contigo na minha vida, para sempre. Porque...por muito que talvez um dia eu te venha a esquecer (e eu acredito bastante nisso), eu nunca me esquecerei de ti e do que foste para a minha vida. E tu, nunca te esqueças que eu te amei mais do que qualquer outra pessoa que disse amar-te, em momento algum. Porque eu sei que era (e ainda sou) capaz de te fazer uma das pessoas mais felizes do mundo. Porque duvido que algum dia, alguém, estivesse disposto a prejudicar-se por ti, para te roubar um mero sorriso. Mas acredita, eu faria-o. Como...já o fiz em inúmeras vezes. Errei. Errei por fazer isso, e muito mais que tu nunca mereceste. E sabes a coisa que menos mereces? Que eu te ame. Que eu te ame assim.
Reconhece. Eu amo-te. Reconhece que não prestas. RECONHECE QUE ME MENTISTE. RECONHECE QUE ME TRAIS-TE. RECONHECE QUE ME ENGANASTE! RECONHECE QUE ME ILUDISTE. RECONHECE QUE FOSTE UM CANALHA DE...COISO! RECONHECE QUE NUNCA VALESTE NADA. RECONHECE! Já nem te digo para que te faças homem, digo-te apenas para que te faças uma pessoa minimamente decente e admitas tudo o que fizeste.
Reconhece que erraste, Gabriel.

«Aprendi sem dicionário, que a saudade não tem tradução.»

Sabes quando eu sentia que te amava mais do que tudo na minha vida? Bem...até eu acreditava nisso. Até ao momento em que percebi que sei, posso e devo viver sem ti, que és uma má influência dos meus dias atribulados e inconstantes. Eu quero dizer-te que ainda te amo...mas eu já nem sei. Não sei se o faça por já não ter forças para isso, ou se o faça por já te ter tanto nojo ao ponto de te estar a retirar da minha cabeça aos poucos e poucos, com todas as asneiras tristes e desajeitadas que tu fizeste ao longo de todo o tempo que conviveste comigo. Após tanto tempo em que eu te dei tudo o que pude dar...após tanto tempo em que eu fiz de ti o rei e eu a criada...tu tratas-me como se eu fosse mero lixo, indiferente a qualquer pessoa com quem convivas, e muito mais indiferente ainda...a ti. Mas só te quero dizer isto, por muito que nem o estejas a ler: tu também estás a passar a ser tão indiferente para mim, como eu sou para ti. Pois a perfeição e a simplicidade orgulhosa que eu via em ti, a cada passar teu por mim, está a desvanecer-se com todos os complexos erros que cometeste para comigo. Pois o brilho ofuscante que eu via nos teus olhos cor de avelã, está a transformar-se num negrume obscuro e solitário, como o céu à noite. Pois...todos os palpites doentios do meu coração com a tua presença, se estão a tornar em escassos sons simples e banais. Estás a perder o valor, ainda que eu não sei se o queira...tenho medo do que se tornará o meu futuro sem te amar. Sem te desejar, sem te querer, sem precisar de ti. Tenho medo da pessoa em que eu me tornarei, visto que eu sou hoje, a pessoa que tu me fizeste ser. Espero poder deixar de te amar o mais rápido possível, mas permanecer igual de forma interior. Espero continuar a pensar da mesma forma, levar avante os mesmos objectivos, acreditar nas mesmas coisas, e ter vontade de realizar os mesmos sonhos. Espero nunca deixar de ser quem sou.
E é nestes momentos, após saborear cada palavra com exaustão, que eu lamentavelmente admito que digo que não te amo, para me convencer de tal. Mas no fundo...no fundo...eu amo-te, Gabriel. Eu tenho saudades tuas...muitas. Eu lamento tudo isto. TUDO. Tu não mereces nada de nada, e eu tenho plena noção disso! Mas...a sério, a sério, A SÉRIO que eu te amo. Deixaste sim de ser a pessoa mais importante da minha vida, mas continuas a ser a pessoa que eu mais desejo. Eu já não tenho obrigatoriamente de te ter para sobreviver. Se calhar...nunca tive. Mas da mesma forma que sem ti nada é a mesma coisa, eu sei que contigo tudo seria diferente. Eu lamento que tu tenhas feito de todo aquele tempo, uma mera brincadeira absurda a passageira da adolescência a que tu não estás a corresponder da melhor forma. Mas acredita...não é toda essa tua imperfeição completamente visível que me faz deixar de te amar e de te querer, como em todos os passados dias da minha vida. Odeio o facto de seres lindo, e da tua pele me tentar a tocar-lhe a cada segundo que passa. Mas sabes o que odeio mais, no meio de tudo isto? Que tenhas mudado. Que tenhas mudado, para uma pessoa que eu nunca desejei conhecer. Eu não dava tudo, mas dava MUITO para que voltasses a ser como te conheci. Porque a forma como eras doce, simples e não tentado a cair na conversa de todo o mundo, fazia de ti a melhor pessoa que eu já conheci em toda a minha vida. Eu pedi-te...eu pedi-te para que não mudasses. Eu pedi-te para que nunca deixasses de ser quem eras. E...eu lembro-me perfeitamente da tua resposta, como se fosse hoje. Não cumpriste. Para variar, não cumpriste. Mas isso, eu perdoo. Perdoo porque sei que a nossa mudança, nós nunca podemos controlar. Mas não perdoo tudo o resto que tu me fizeste. Pois isso, tu poderias ter controlado nas inúmeras vezes em que foste tentado a fazer-me mal e a trair-me pelas costas. Isso, eu nunca te vou perdoar totalmente. Pois o perdão, existe para ser dado, e os erros para serem perdoados. Toda a gente erra, mas apenas nem todos os erros se perdoam.
Eu não vou continuar a esconder. E não vou voltar a escrever um texto dirijido a ti, sem colocar o teu nome. Portanto, a última coisa que te direi, claramente, será:
Tenho saudades de tudo o que eras. Eu amo-te, Gabriel.