J.

«(...) Não tropecem naquilo que os outros pensam sobre o que vocês estão a fazer. Atrevam-se a ser skaters manhosos, editores de vídeo fatelas, ou golfistas totalmente canhestros. Porque, se fizermos só aquilo em que somos bons, nunca aprenderemos nada de novo. Pensem só nas grandes possibilidades que a vida nos oferece e deixamos passar, por termos demasiado medo de as explorar, correndo o risco de falhar. Mandem lixar-se as pessoas negativas, que não têm nada melhor a fazer senão gozar com os que são suficientemente corajosos para se chegar à frente.
Saiam da vossa zona de conforto e tentem agarrar a vossa oportunidade. Só sabem se exprimentarem.»

Retirado de: First Step 2 Forever: My story.
Autor: Justin Bieber.

Para tudo.

Estou farta de vocês todos.
Eu já merecia um pouco de paz, por favor.

Meus*





Na vida, com o passar do tempo, aprendemos a colocar sobre as pessoas que nos rodeiam, um valor incalculável e imprescindível. Tudo passa a fazer sentido...tudo passa a encaixar perfeitamente. E um grupo de amigos, encaixam recíprocamente como duas metades de um coração cheio de amor e carinho para partilhar e receber. A vida é assim....cheia destas coisinhas maravilhosas, que nos motivam e nos dão força para acordar todos os dias de cabeça erguida, com a energia no máximo, para superar mais um dia cheio de felicidades, ou tristezas. A nossa motivação nasce de peças fundamentais para nós...nasce da riqueza que cada olhar em nosso torno nos transmite. Pois o amor é isto mesmo: admirar, acolher, partilhar, receber, demonstrar, aplicar e fornecer. A nossa vida é feita de "partículas" ingénuas e inocentes, a quem nos prendemos e envolvemos em páginas complexas da nossa vida. Na história que contemplamos todos os dias com mais uma aventura mágica, compartilhada com cada uma dessas metades mágicas em nosso torno. O amor é criado com complexos laços de sangue que nunca terão fim. A simplicidade de cada palavra reflecte sobre o vento passageiros dos nosso dias...o calor do sol, é o fortelacimento de cada espaçamento maravilhoso existente entre cada um de nós. Todos nascemos para ser alguém. Todos nascemos para nos fazermos felizes, uns aos outros. Como se...eu precisasse mais do que tudo de vocês, e vocês precisassem mais do que tudo de mim. Eu amo-vos. Nunca vos mentirei e sempre vos admirarei. Pelas pessoas lindas que são, seja a nível interior ou exterior.
Amo-vos,
Diogo Samuel Ferreira Duarte,
Sérgio Filipe Pinho Martins,
Joana Raquel Guimarães Castro,
Raquel Elisa Pinho Soares.

I HATE YOU! Or...not.

Eu só me pergunto pelo porquê da tempestade existente na minha voz. Só me interrogo sobre a incapacidade que tenho para me abstrair das coisas alheias. Todas aquelas coisas que...me incomodam e me matam aos poucos. E mais...se eu tenho noção de que tudo isto me faz mal, porque continuo eu de volta das mesmas páginas? Eu devia vê-las como simples cinzas. Cinzas essas que eu devo deixar voar sobre o vento ardente e complexo. O meu problema é simplesmente mudar de capítulo. O meu problema é o mesmo de tanta gente...: deixar tudo para trás das costas. Fazer do passado isso mesmo: passado. O meu problema é esquecer-te...ver-te como se nunca tivesses sido rigorosamente nada de nada para mim. O meu problema é odiar-te, não te desejar, não te querer...não precisar de ti mais do que tudo. Pelo menos de uma coisa eu tenho a certeza: sei viver sem ti. A verdade é que nada é a mesma coisa, mas...sei definitivamente viver sem ti, sem dúvida alguma. Mas...nunca duvides que sinto a tua falta todos os dias da minha vida. Nunca duvides que ainda te desejo, que ainda te quero, que ainda te (...) nunca duvides que para mim, nada perdeu o valor. Nunca duvides que ainda te vejo como o meu menino. Mas bem...é como se...tivesses perdido a cor. Para mim, significavas o arco-íris. E hoje? Limitas-te a contemplar o preto assustador. Seja da noite, seja do fundo do poço, seja da solidão que tu me proporcionaste. Criaste um vazio na minha vida...um vazio imprescindível.
Imagina uma criança feliz com o seu balão vermelho vivo. Imagina agora alguém a a chegar diante dela e a arrebantar o seu precioso balão. A tristeza doentia no olhar dessa criança, é o mesmo que eu sinto neste preciso momento em que tu me abandonaste como se nada tivesse tido valor algum. Sinto raiva. Raiva por ter dado tanto por ti, por ter abdicado de coisas inacreditáveis para te ver feliz e super concretizado. Essa raiva, não se deve ao facto de ter gastado inúmeras coisas minhas para te concretizar os desejos, deve-se sim à forma como hoje tu me desprezas e negas tudo aquilo que em tempos fiz por ti. Tudo entre nós podia ter sido infinito...como o mar azul pelo qual toda a gente possui um carinho especial e duradouro. Mas tu cortaste o laço que nos prendia, cortaste a corrente que fortalecia a minha vida e me permitia ser minimamente feliz. Pois a ti? Eu sempre pedi o mínimo dos mínimos. E em muitas vezes...nem isso tu me deste. Fazias de mim...as ruínas sujas e degradadas dos teus dias de sol intensos. Colocaste-me de parte, como se eu fosse a peça usada da tua vida. Destruís-te a minha vida, como se estivesses meramente a amachucar papel sujo e velho. Abalaste o meu sorriso como se estivesses a destruir o pormenor mais simples e insignificante da tua vida que tu vês como sendo muito feliz e contemplada. Tomara que Deus nunca te faça passar por tudo o que me fizeste passar. Pois eu? Não desejo tanto mal a ninguém. Mas rapaz, percebe isto: «Deus escreve direito por linhas tortas; Deus não dorme.» e tu um dia, receberás a paga por tudo o que fizeste. Espero que nunca acabes sozinho e desajeitado por essas ruas perigosas e escuras. Espero que nunca tenhas de remar contra a corrente, e espero que o vento nunca te leve ao chão. Mas espero que a tua vida, te dê um abanão suficientemente grande para que tu entendas a gravidade dos teus actos para com as pessoas que te rodeiam e que...te amam.
O problema não é ainda te amar...o problema é não ver forma de te esquecer. Ainda choro a ver fotos tuas, da mesma forma que ainda peço mais uma oportunidade para te beijar e te abraçar, como em tempos pude fazer. O problema é eu saber que és um camelo do pior, mas o meu coração ainda gritar que és perfeito até nos pormenores mais estúpidos. O problema é EU TE AMAR MAIS DO QUE TODAS AS OUTRAS COISAS NA MINHA VIDA QUE É UMA PORCARIA SEM TI! O problema é tudo isto me fazer arrancar cabelos. Pois a dor disso, eu nem a sinto, visto que tu me deste a maior dor de sempre em toda a minha vida.
(Modificando o teu sub-nick de forma ligeiramente suscita): Foste a maior desilusão de sempre. Quero tanto dizer que te odeio...quero tanto poder gritar ao mundo que és parte do meu passado mais obscuro e triste...quero tanto ver-te como a pessoa mais imperfeita que já conheci...pois a verdade é que és! És mesmo! É impressionante como tu, a pessoa que mais amo na vida, acabaste sendo a pessoa mais imperfeita com quem já me cruzei. Eu lamento imenso que tenhas chegado a este estado lastimável...lamento que tenhas resumido a tua vida nisto. Pois tu? Nunca foste assim. Espero que um dia acordes, e decidas dizer para ti próprio: «O que fiz da minha vida durante todo este tempo?» e que nesse dia, tenhas a dignidade de vir junto de mim, pedir-me desculpas. Mas o que espero de forma ainda mais desejosa, é que nesse dia, eu tenha coragem suficiente para te negar o perdão e te diga que foste a pior coisa que já me aconteceu na vida. Pois não mereces ouvir nada mais do que isso.
Eu acredito que um dia, eu serei a primeira pessoa a ver-te ruir. E eu prometo que se estiver lá, junto de ti, te vou relembrar tudo o que fizeste. E aí tu entenderás o porquê do teu castigo, e percebas o que eu já percebi: «Deus não dorme.»
Lamento amar-te, mas a verdade...é que eu realmente te amo mais do que tudo.

Adeus...OLÁ.

Carta de uma rapariga para o seu ex-amor:
«Olá. Nem sei se...deveria...efectivamente...começar assim. Aliás, não sei sequer se devia escrever-te! Fosse porque motivo fosse. Tu deverias ser uma parte passada da minha vida. Como...uma folha velha em pleno Inverno. Deverias ser a página mais rasgada e amachucada de toda a minha história, do meu livro contemplador de asneiras atrás de asneiras. Mas não resisti. Não resisti a não voltar a escrever-te. Quero dizer-te tanta coisa...tanta...o que me vai levar a nem dizer-te nada. Talvez eu comece por dizer que não foste apenas uma paixão, como em tempos afirmei. Tu foste a paixão das paixões. Apesar de...sentir que hoje, ame BEM mais alguém do que algum dia te amei a ti! Mas sem vontade de o fazer. Em tempos, foste a maior esperança dos meus dias. Acordava feliz para te poder ver, em mais um dia nublado ou de sol; dormia contigo no pensamento, sabendo que contigo iria sonhar, e que nada mais me faria feliz; sorria por acreditar que adoravas ver-me fazê-lo; elogiava-te, por sempre saber que adoras que o façam. Acreditava em ti. Acreditava que no fundo do teu ser (naquela altura perdido), existia um amor solene e quente por mim. Por mim...eu, que sempre te amei mais do que tudo e todos. Tu preenchias-me. Como se eu fosse inteiramente dois pulmões ou apenas um, e tu o ar que lhes dava "vida".


Meu Deus...cada vez que penso na forma como te amei e te desejei....cada vez que me lembro da estranha forma como desesperei por um mero beijo teu na minha cara envergonhada por te ter por perto...cada vez que...imagino a tua presença e o teu cheiro nas partículas do ar, em todo o meu redor...


A minha persistência nunca te deixou fugir do meu coração cheio do teu calor resplandecente. A minha alma, estava preenchida com a esperança precoce de te voltar a ter, um dia.
Sorria no dia 16 de Junho, chorava no dia 11 de Agosto. E sempre me perguntei porque nunca me esqueci de tais datas...tal como sempre me interroguei com o facto de nunca ter esquecido o teu número, o teu mail, o teu nome, o tamanho que vestes, o número que calças...tudo o que hoje, ainda sei de cor e salteado. Mas para isso, obtive resposta. É simplesmente pelo facto de teres sido tanto na minha vida. Tanto que chegou a doer em inúmeras vezes! Consegues imginar o calor do meu peito triste neste momento? O desespero pelo que me fizeste passar, hoje eu passo a dobrar. Não por te amar, mas sim por amar alguém bem pior do que tu. Alguém que me destrói, mais do que alguma vez tu me destruis-te. Em tempos, eu acreditava na ideia de seres a pior pessoa do mundo. Hoje, esse lugar pertence à pessoa que mais amo na vida. É verdade, o tempo da inúmeras voltas e...eu...sentia saudades de poder falar contigo, como um bom amigo. Porque vejo-te como tal: um amigo. Do coração. Daqueles que jamais se esquecerão. Porque em tempos, a minha vida foste tu e todo o meu redor era teu, desde a coisinha mais simples, à mais complexa. Portanto, hoje, louvo-te e peço-te apenas que não me marterizes pelos erros que já cometi contigo. Porque nunca te esqueças: em todo o tempo em que as nossas vivências se cruzaram como dois laços de sangue, tu sempre erraste bem mais comigo do que eu contigo. Mas o teu perdão está dado. Eu nunca te odiei. Acredita na minha palavra sincera. Fico feliz pela nossa reaproximação. Porque isso, só demonstra que eu cresci e que tu cresceste. Pelos inúmeros motivos existentes em nosso torno.
Já não tenho medo do que possam dizer ou da forma como me possam julgar. Eu sou livre. FINALMENTE SOU! E por esse motivo e tantos outros, eu quero agarrar quem me fez feliz. Por muito que...outrora me tenha feito sofrer. O perdão existe para ser dado. Dado e recompensado. Todos somos humanos, todos erramos, uns mais do que outros, mas não é isso que deve impedir o perdão de poder realizar a sua função. A vida é curta demais para ser desperdiçada com chatices e "águas passadas". Eu amei-te demais, é verdade. Mas eu sei que tu também me amas-te. E portanto, hoje, só quero dizer-te uma coisa: obrigada, desculpa e gosto muito de ti.»

(inventado)

J.

«(...) Não tropecem naquilo que os outros pensam sobre o que vocês estão a fazer. Atrevam-se a ser skaters manhosos, editores de vídeo fatelas, ou golfistas totalmente canhestros. Porque, se fizermos só aquilo em que somos bons, nunca aprenderemos nada de novo. Pensem só nas grandes possibilidades que a vida nos oferece e deixamos passar, por termos demasiado medo de as explorar, correndo o risco de falhar. Mandem lixar-se as pessoas negativas, que não têm nada melhor a fazer senão gozar com os que são suficientemente corajosos para se chegar à frente.
Saiam da vossa zona de conforto e tentem agarrar a vossa oportunidade. Só sabem se exprimentarem.»

Retirado de: First Step 2 Forever: My story.
Autor: Justin Bieber.

Para tudo.

Estou farta de vocês todos.
Eu já merecia um pouco de paz, por favor.

Meus*





Na vida, com o passar do tempo, aprendemos a colocar sobre as pessoas que nos rodeiam, um valor incalculável e imprescindível. Tudo passa a fazer sentido...tudo passa a encaixar perfeitamente. E um grupo de amigos, encaixam recíprocamente como duas metades de um coração cheio de amor e carinho para partilhar e receber. A vida é assim....cheia destas coisinhas maravilhosas, que nos motivam e nos dão força para acordar todos os dias de cabeça erguida, com a energia no máximo, para superar mais um dia cheio de felicidades, ou tristezas. A nossa motivação nasce de peças fundamentais para nós...nasce da riqueza que cada olhar em nosso torno nos transmite. Pois o amor é isto mesmo: admirar, acolher, partilhar, receber, demonstrar, aplicar e fornecer. A nossa vida é feita de "partículas" ingénuas e inocentes, a quem nos prendemos e envolvemos em páginas complexas da nossa vida. Na história que contemplamos todos os dias com mais uma aventura mágica, compartilhada com cada uma dessas metades mágicas em nosso torno. O amor é criado com complexos laços de sangue que nunca terão fim. A simplicidade de cada palavra reflecte sobre o vento passageiros dos nosso dias...o calor do sol, é o fortelacimento de cada espaçamento maravilhoso existente entre cada um de nós. Todos nascemos para ser alguém. Todos nascemos para nos fazermos felizes, uns aos outros. Como se...eu precisasse mais do que tudo de vocês, e vocês precisassem mais do que tudo de mim. Eu amo-vos. Nunca vos mentirei e sempre vos admirarei. Pelas pessoas lindas que são, seja a nível interior ou exterior.
Amo-vos,
Diogo Samuel Ferreira Duarte,
Sérgio Filipe Pinho Martins,
Joana Raquel Guimarães Castro,
Raquel Elisa Pinho Soares.

I HATE YOU! Or...not.

Eu só me pergunto pelo porquê da tempestade existente na minha voz. Só me interrogo sobre a incapacidade que tenho para me abstrair das coisas alheias. Todas aquelas coisas que...me incomodam e me matam aos poucos. E mais...se eu tenho noção de que tudo isto me faz mal, porque continuo eu de volta das mesmas páginas? Eu devia vê-las como simples cinzas. Cinzas essas que eu devo deixar voar sobre o vento ardente e complexo. O meu problema é simplesmente mudar de capítulo. O meu problema é o mesmo de tanta gente...: deixar tudo para trás das costas. Fazer do passado isso mesmo: passado. O meu problema é esquecer-te...ver-te como se nunca tivesses sido rigorosamente nada de nada para mim. O meu problema é odiar-te, não te desejar, não te querer...não precisar de ti mais do que tudo. Pelo menos de uma coisa eu tenho a certeza: sei viver sem ti. A verdade é que nada é a mesma coisa, mas...sei definitivamente viver sem ti, sem dúvida alguma. Mas...nunca duvides que sinto a tua falta todos os dias da minha vida. Nunca duvides que ainda te desejo, que ainda te quero, que ainda te (...) nunca duvides que para mim, nada perdeu o valor. Nunca duvides que ainda te vejo como o meu menino. Mas bem...é como se...tivesses perdido a cor. Para mim, significavas o arco-íris. E hoje? Limitas-te a contemplar o preto assustador. Seja da noite, seja do fundo do poço, seja da solidão que tu me proporcionaste. Criaste um vazio na minha vida...um vazio imprescindível.
Imagina uma criança feliz com o seu balão vermelho vivo. Imagina agora alguém a a chegar diante dela e a arrebantar o seu precioso balão. A tristeza doentia no olhar dessa criança, é o mesmo que eu sinto neste preciso momento em que tu me abandonaste como se nada tivesse tido valor algum. Sinto raiva. Raiva por ter dado tanto por ti, por ter abdicado de coisas inacreditáveis para te ver feliz e super concretizado. Essa raiva, não se deve ao facto de ter gastado inúmeras coisas minhas para te concretizar os desejos, deve-se sim à forma como hoje tu me desprezas e negas tudo aquilo que em tempos fiz por ti. Tudo entre nós podia ter sido infinito...como o mar azul pelo qual toda a gente possui um carinho especial e duradouro. Mas tu cortaste o laço que nos prendia, cortaste a corrente que fortalecia a minha vida e me permitia ser minimamente feliz. Pois a ti? Eu sempre pedi o mínimo dos mínimos. E em muitas vezes...nem isso tu me deste. Fazias de mim...as ruínas sujas e degradadas dos teus dias de sol intensos. Colocaste-me de parte, como se eu fosse a peça usada da tua vida. Destruís-te a minha vida, como se estivesses meramente a amachucar papel sujo e velho. Abalaste o meu sorriso como se estivesses a destruir o pormenor mais simples e insignificante da tua vida que tu vês como sendo muito feliz e contemplada. Tomara que Deus nunca te faça passar por tudo o que me fizeste passar. Pois eu? Não desejo tanto mal a ninguém. Mas rapaz, percebe isto: «Deus escreve direito por linhas tortas; Deus não dorme.» e tu um dia, receberás a paga por tudo o que fizeste. Espero que nunca acabes sozinho e desajeitado por essas ruas perigosas e escuras. Espero que nunca tenhas de remar contra a corrente, e espero que o vento nunca te leve ao chão. Mas espero que a tua vida, te dê um abanão suficientemente grande para que tu entendas a gravidade dos teus actos para com as pessoas que te rodeiam e que...te amam.
O problema não é ainda te amar...o problema é não ver forma de te esquecer. Ainda choro a ver fotos tuas, da mesma forma que ainda peço mais uma oportunidade para te beijar e te abraçar, como em tempos pude fazer. O problema é eu saber que és um camelo do pior, mas o meu coração ainda gritar que és perfeito até nos pormenores mais estúpidos. O problema é EU TE AMAR MAIS DO QUE TODAS AS OUTRAS COISAS NA MINHA VIDA QUE É UMA PORCARIA SEM TI! O problema é tudo isto me fazer arrancar cabelos. Pois a dor disso, eu nem a sinto, visto que tu me deste a maior dor de sempre em toda a minha vida.
(Modificando o teu sub-nick de forma ligeiramente suscita): Foste a maior desilusão de sempre. Quero tanto dizer que te odeio...quero tanto poder gritar ao mundo que és parte do meu passado mais obscuro e triste...quero tanto ver-te como a pessoa mais imperfeita que já conheci...pois a verdade é que és! És mesmo! É impressionante como tu, a pessoa que mais amo na vida, acabaste sendo a pessoa mais imperfeita com quem já me cruzei. Eu lamento imenso que tenhas chegado a este estado lastimável...lamento que tenhas resumido a tua vida nisto. Pois tu? Nunca foste assim. Espero que um dia acordes, e decidas dizer para ti próprio: «O que fiz da minha vida durante todo este tempo?» e que nesse dia, tenhas a dignidade de vir junto de mim, pedir-me desculpas. Mas o que espero de forma ainda mais desejosa, é que nesse dia, eu tenha coragem suficiente para te negar o perdão e te diga que foste a pior coisa que já me aconteceu na vida. Pois não mereces ouvir nada mais do que isso.
Eu acredito que um dia, eu serei a primeira pessoa a ver-te ruir. E eu prometo que se estiver lá, junto de ti, te vou relembrar tudo o que fizeste. E aí tu entenderás o porquê do teu castigo, e percebas o que eu já percebi: «Deus não dorme.»
Lamento amar-te, mas a verdade...é que eu realmente te amo mais do que tudo.

Adeus...OLÁ.

Carta de uma rapariga para o seu ex-amor:
«Olá. Nem sei se...deveria...efectivamente...começar assim. Aliás, não sei sequer se devia escrever-te! Fosse porque motivo fosse. Tu deverias ser uma parte passada da minha vida. Como...uma folha velha em pleno Inverno. Deverias ser a página mais rasgada e amachucada de toda a minha história, do meu livro contemplador de asneiras atrás de asneiras. Mas não resisti. Não resisti a não voltar a escrever-te. Quero dizer-te tanta coisa...tanta...o que me vai levar a nem dizer-te nada. Talvez eu comece por dizer que não foste apenas uma paixão, como em tempos afirmei. Tu foste a paixão das paixões. Apesar de...sentir que hoje, ame BEM mais alguém do que algum dia te amei a ti! Mas sem vontade de o fazer. Em tempos, foste a maior esperança dos meus dias. Acordava feliz para te poder ver, em mais um dia nublado ou de sol; dormia contigo no pensamento, sabendo que contigo iria sonhar, e que nada mais me faria feliz; sorria por acreditar que adoravas ver-me fazê-lo; elogiava-te, por sempre saber que adoras que o façam. Acreditava em ti. Acreditava que no fundo do teu ser (naquela altura perdido), existia um amor solene e quente por mim. Por mim...eu, que sempre te amei mais do que tudo e todos. Tu preenchias-me. Como se eu fosse inteiramente dois pulmões ou apenas um, e tu o ar que lhes dava "vida".


Meu Deus...cada vez que penso na forma como te amei e te desejei....cada vez que me lembro da estranha forma como desesperei por um mero beijo teu na minha cara envergonhada por te ter por perto...cada vez que...imagino a tua presença e o teu cheiro nas partículas do ar, em todo o meu redor...


A minha persistência nunca te deixou fugir do meu coração cheio do teu calor resplandecente. A minha alma, estava preenchida com a esperança precoce de te voltar a ter, um dia.
Sorria no dia 16 de Junho, chorava no dia 11 de Agosto. E sempre me perguntei porque nunca me esqueci de tais datas...tal como sempre me interroguei com o facto de nunca ter esquecido o teu número, o teu mail, o teu nome, o tamanho que vestes, o número que calças...tudo o que hoje, ainda sei de cor e salteado. Mas para isso, obtive resposta. É simplesmente pelo facto de teres sido tanto na minha vida. Tanto que chegou a doer em inúmeras vezes! Consegues imginar o calor do meu peito triste neste momento? O desespero pelo que me fizeste passar, hoje eu passo a dobrar. Não por te amar, mas sim por amar alguém bem pior do que tu. Alguém que me destrói, mais do que alguma vez tu me destruis-te. Em tempos, eu acreditava na ideia de seres a pior pessoa do mundo. Hoje, esse lugar pertence à pessoa que mais amo na vida. É verdade, o tempo da inúmeras voltas e...eu...sentia saudades de poder falar contigo, como um bom amigo. Porque vejo-te como tal: um amigo. Do coração. Daqueles que jamais se esquecerão. Porque em tempos, a minha vida foste tu e todo o meu redor era teu, desde a coisinha mais simples, à mais complexa. Portanto, hoje, louvo-te e peço-te apenas que não me marterizes pelos erros que já cometi contigo. Porque nunca te esqueças: em todo o tempo em que as nossas vivências se cruzaram como dois laços de sangue, tu sempre erraste bem mais comigo do que eu contigo. Mas o teu perdão está dado. Eu nunca te odiei. Acredita na minha palavra sincera. Fico feliz pela nossa reaproximação. Porque isso, só demonstra que eu cresci e que tu cresceste. Pelos inúmeros motivos existentes em nosso torno.
Já não tenho medo do que possam dizer ou da forma como me possam julgar. Eu sou livre. FINALMENTE SOU! E por esse motivo e tantos outros, eu quero agarrar quem me fez feliz. Por muito que...outrora me tenha feito sofrer. O perdão existe para ser dado. Dado e recompensado. Todos somos humanos, todos erramos, uns mais do que outros, mas não é isso que deve impedir o perdão de poder realizar a sua função. A vida é curta demais para ser desperdiçada com chatices e "águas passadas". Eu amei-te demais, é verdade. Mas eu sei que tu também me amas-te. E portanto, hoje, só quero dizer-te uma coisa: obrigada, desculpa e gosto muito de ti.»

(inventado)