I don't think so.

Talvez eles se desejem apenas por capricho. Talvez seja pura atracção ou vontade de...proximação corporal. Talvez sejam só meros olhares saciadores da sede que ninguém descreve. Talvez...sejam só uns dias, umas semanas e, no máximo, uns meses. Talvez nada passe de um desespero que um deles acabara por curar, mais tarde ou mais cedo. Talvez seja apenas o facto de quererem tudo, e ficarem com absolutamente nada. Talvez...se olhem, vestidos, e ambos os seus olhos sejam uns potentes raios-X, que...não vêem o possível, mas imaginam o inevitável. Talvez...a roupa esteja presente, mas a cor da pele por de trás da maravilhosa e suave roupa, se faça sentir e dissimular. Talvez...a tempestade da mente os faça viver algo que nunca será possível ou que...não passará de um mero período de tempo que, para eles, será um 'sempre' constante. Talvez nada seja mais do que o vento a levantar uma saia e...a transportar o espantoso cheiro do seu cabelo. Talvez...o calor do corpo a um metro de distância se faça sentir em si como se...a proximidade entre ambos fossem meramente escassos milímetros. Talvez a sua mão tenha vontade de aquecer os seus ombros, logo depois as suas costas e...tudo após isso. Talvez os seus lábios sintam vontade de se contrair com a esperança de algum dia isso poder ser feito nos lábios da "tal" pessoa. Talvez os seus olhos não se fixem apenas na sua cara. Talvez os sonhos com a "tal" pessoa não passsem de belos momentos eróticos e quentes que a sua mente proporciona, de tal forma que...a vontade é simplesmente realizá-lo. E a verdade vem realmente ao de cima: a tal pessoa, aquela que...não é verdadeiramente a tal e que...nunca passará de apenas mais uma, como tantas, tantas e tantas outras.
O amor não é isto. Nunca foi. E a verdade? É que ele nos fornece todas estas vontades e nos faz sentir todas as maravilhosas sensações que causa nas nossas hormonas. Mas amor...amor é muito mais do que simplesmente o realizar na cama. É muito mais do que uma proximidade corporal, muito mais do que um beijo, um abraço, um apalpão, uma mordidê-la...é muito mais do que todos os actos atrevidos e reveladores. É muito mais do que uns dias, umas semanas e, no máximo, uns meses. Amor é a vontade de realizar tudo isso, mas permanecer com o sonho de ter filhos. É sentir a vontade de ter uma casa, um bom companheiro dos nossos dias, os nossos filhos, as nossas chaves de casa, o nosso carro, o nosso dinheiro, a nossa conta bancária...a nossa gerência. A liberdade sedutora que nunca antes possuímos. Amor é...sonhar com um belo casamento, uma bela vida, uns bons momentos com a pessoa que amamos. Amor é acreditar no amanhã, no depois, no futuro. Amor é tudo aquilo que desejámos ontem, que desejamos hoje e que desejaremos amanhã, por muito que o neguemos. Amor é o acreditar numa vida melhor. Amor é sentir que teremos sempre um derradeiro, sincero e forte suporte do nosso lado. Um suporte que nunca nos faltará e que estará sempre presente para nos receber quando um dos nossos dias dissolver as cores escuras da vida. Amor é ver a pessoa que amamos nas nuvens, no céu, no mar, na água, nas árvores, no vento. Amor é o calor, e o frio; amor é a brisa, amor é a melodia, amor é a pauta, amor é a letra, amor é...poder. Amor é o poder. E nunca nada o descreverá tão bem quanto isso.
Amor é simplesmente senti-lo. Senti-lo, querê-lo, desejá-lo, pedi-lo. Amor é...amar o próprio amor.
Amor é doentio. Amor...amor verdadeiro é para sempre.

I will never say never.

«Quem tudo quer, tudo perde.»

Estaria a mentir se dissesse que antes, algures noutro espaço da minha vida, eu sofri tanto quanto agora. Porque não, nunca nada me custou tanto. Sinto-me culpada. Sinto-me culpada, quando verdadeiramente não tenho culpa de rigorosamente nada. Fui apenas uma vítima, não fui? Fui apenas mais uma...não fui? Quantas vezes me interroguei sobre o curto espaço que percorria a minha vida...quantas vezes me questionei sobre a tua ausência precoce que eu tudo fiz para esconder...era preciso incendiar o mundo para te ter de novo outra vez. Era preciso que...eu fosse alguma espécie de livro, onde se apaga tudo aquilo que não interessa, onde tudo é esquecido, onde tudo tem perdão e exactidão. Eu queria...queria saber lidar dessa forma. Queria saber pensar que nada se passou, e que, mais tarde ou mais cedo, eu vou acordar do pesadelo que tu me proporcionaste. Tu, tu, tu...sempre tu. Como se em todas as meras páginas da minha vida, o teu nome estivesse agrafado de tal forma, que nada dali o pode tirar. Quantas vezes me perguntei se era eu que pedia de mais, se era eu que exigia o que nunca existiu...quantas vezes me culpei para te desculpar os erros...quantas vezes tomei a posse de todas as tuas más atitudes para comigo, dos teus actos inconsequentes e não pensados. Quantas vezes eu fiz de tudo para que...voltasses a ser apenas...como te conheci.
Não quero acreditar. Não quero acreditar que o tempo passou e que...tu ficaste desta forma. Não quero acreditar que neste momento, estou a chorar por tudo me ter fugido por entre os dedos, e muito menos, me quero acreditar que todos os dias em que acordo, já nada na minha vida palpita com a ideia de que és meu e de que tudo é por ti, somente por ti. A constituição completa e objectiva que passei para ti e deixei nas tuas mãos, tive de voltar a recuperar. Sinto que quando me levanto, nada dura mais do que dez segundos para que depois, eu já esteja presa ao chão como uma pedra que permaneceu ali desde sempre.
Tenho tanto em que pensar...ou será que a altura de o fazer, já passou? Devo mudar de capítulo e deixar tudo para trás, como se nunca nada tivesse existido e marcado a minha vida até nas coisas mais mínimas e insignificantes? Neste momento, só me pergunto o porquê de seres tu. O porquê de seres tu quem eu ame, quem eu queira, quem eu venere, quem eu deseje, de quem eu precise. Neste momento, só me pergunto porque foste tu a pessoa por quem me apaixonei. Queria tanto acordar amanhã e já nem te sentir nas entranhas do meu coração...queria tanto mentalizar-me da ideia que todos os bombeamentos das minhas artérias, têm obrigatoriamente de deixar de o fazer por ti...mas nada. Por muito que eu tome essa decisão, por muitos cabelos que arranque para que me convença disso, nada me faz esquecer-te. Nada me faz acreditar que não és perfeito, nada me faz crer que já não és meu, nada me faz ter vontade de desistir e perder as esperanças. Nada de nada, de simplesmente nada. Porque contigo sempre existiu o tudo do tudo do tudo. Eu queria assentar os pés na Terra e perceber a forma como estou a ser usada e manipulada...pelo tempo. Que me mantêm presa a ele, como uma raia no fundo do mar. Qualquer pessoa neste momento diria: 'Odeio-te tanto...por tudo o que me fizeste!' e...eu? Eu...tenho vontade de dizer o quanto te amo. Tenho vontade também de perceber tudo. Tudo o que não me disseste por receio, tudo o que ainda tens para me dizer e não dizes, tudo o que queres e o que não queres, tudo o que sentes e o que não sentes. Tudo. Porque sinto que muito ficou por dizer. Talvez nada devesse ter tomado este rumo inconsequente e instável, talvez...nenhum de nós hoje estaria a passar por isto. Talvez tu estarias aí, e eu aqui. Talvez tu fosses simplesmente "tu", e eu simplesmente "eu". Talvez dessa forma, nunca nada nos tivesse ligado e nos tivesse levado a estar assim, desta forma, neste momento. Sabes o que dava para poder rebobinar no filme que criaste? Sabes o que faria para...? Eu só quero poder erguer a cabeça, sentir-me digna e orgulhosa de mim própria. Orgulhosa por ter passado por tudo isto, e ainda continuar aqui.
Sinto-me destruída. Como se tivesse levado com a tua indecisão, a minha vida. Devias ter cuidado bem de mim. Amei-te tanto...e porquê usar verbos conjugados no passado, se para mim, tudo ainda está bem presente? Porque me fizeste isto? Porque me sacrificaste a este ponto? Porque...foste tão inconsequente? Carago, e porque continuo eu a ver a tua imagem como a coisa mais perfeita que conheço? O erro nunca foi meu. Mas desta vez, está claramente a ser. Quero seguir em frente, mas sinto que sem ti...nunca conseguirei.
Dei-te tudo, enquanto pude.
Adeus, amo-te. Até um dia.

,

«Quanto mais conheço os homens, mais gosto do meu cão.»
Abri um livro ao acaso, numa página onde dizia essa frase e achei-a curiosamente interessante e intrigante.
-
Ao início é sempre tudo muito bom. Não existem conliflitos, perturbações, sofrimentos e lágrimas. Os meses passam, o encanto desvanece, o tempo volta a ganhar a cor normal, e a brisa passa a usufruir do mesmo temperamento: frio, bem gélido. Ficamos sobrecarregados com a culpa de nunca termos mudado antes tudo aquilo que podíamos ter mudado, e hoje, já não pudemos.
O desejo aumenta, o sentimento enriquece...a perda torna-se grande, os factos verdadeiros. Os pesadelos passaram a optar pelo lugar da realidade. Onde já nada é ficção ou mera nuvem negra passageira diante de uma...miragem temporária. O olhar perdeu o brilho, as nuvens distanciaram-se, as estrelas fugiram, a lua tomou o seu rumo.
Tudo é bom, nada é bom; tudo se ama, nada se ama; tudo é perfeito, nada é perfeito. Com a excepção de ti. Que continuas a ser perfeito, todos os simples dias da tua vida de que eu tanto preciso.

Let's Go.

Sabes simplesmente quando...sentes o chão estreito e escorregadio?
A minha vida parece algo igual em conjunto com uma montanha russa que eu temo todos os dias da minha vida.
-
Eu nunca desisto porque eu sou forte. Eu sei que sou. Sinto-me capaz. Capaz de te ter, de te merecer, de te proteger, de te beijar, de te abraçar...de te ter como a peça mais fundamental da minha vida em torno de todas as outras.
Eu sei que sou capaz de te ter como meu namorado.

,

Os bebés choram, as crianças choram, os adolescentes choram, os jovens choram, os adultos choram, os idosos choram...as mulheres choram, os homens choram.
Toda a gente chora, apenas ninguém se apercebe que chorar faz bem e que nunca nada é por acaso.

I don't think so.

Talvez eles se desejem apenas por capricho. Talvez seja pura atracção ou vontade de...proximação corporal. Talvez sejam só meros olhares saciadores da sede que ninguém descreve. Talvez...sejam só uns dias, umas semanas e, no máximo, uns meses. Talvez nada passe de um desespero que um deles acabara por curar, mais tarde ou mais cedo. Talvez seja apenas o facto de quererem tudo, e ficarem com absolutamente nada. Talvez...se olhem, vestidos, e ambos os seus olhos sejam uns potentes raios-X, que...não vêem o possível, mas imaginam o inevitável. Talvez...a roupa esteja presente, mas a cor da pele por de trás da maravilhosa e suave roupa, se faça sentir e dissimular. Talvez...a tempestade da mente os faça viver algo que nunca será possível ou que...não passará de um mero período de tempo que, para eles, será um 'sempre' constante. Talvez nada seja mais do que o vento a levantar uma saia e...a transportar o espantoso cheiro do seu cabelo. Talvez...o calor do corpo a um metro de distância se faça sentir em si como se...a proximidade entre ambos fossem meramente escassos milímetros. Talvez a sua mão tenha vontade de aquecer os seus ombros, logo depois as suas costas e...tudo após isso. Talvez os seus lábios sintam vontade de se contrair com a esperança de algum dia isso poder ser feito nos lábios da "tal" pessoa. Talvez os seus olhos não se fixem apenas na sua cara. Talvez os sonhos com a "tal" pessoa não passsem de belos momentos eróticos e quentes que a sua mente proporciona, de tal forma que...a vontade é simplesmente realizá-lo. E a verdade vem realmente ao de cima: a tal pessoa, aquela que...não é verdadeiramente a tal e que...nunca passará de apenas mais uma, como tantas, tantas e tantas outras.
O amor não é isto. Nunca foi. E a verdade? É que ele nos fornece todas estas vontades e nos faz sentir todas as maravilhosas sensações que causa nas nossas hormonas. Mas amor...amor é muito mais do que simplesmente o realizar na cama. É muito mais do que uma proximidade corporal, muito mais do que um beijo, um abraço, um apalpão, uma mordidê-la...é muito mais do que todos os actos atrevidos e reveladores. É muito mais do que uns dias, umas semanas e, no máximo, uns meses. Amor é a vontade de realizar tudo isso, mas permanecer com o sonho de ter filhos. É sentir a vontade de ter uma casa, um bom companheiro dos nossos dias, os nossos filhos, as nossas chaves de casa, o nosso carro, o nosso dinheiro, a nossa conta bancária...a nossa gerência. A liberdade sedutora que nunca antes possuímos. Amor é...sonhar com um belo casamento, uma bela vida, uns bons momentos com a pessoa que amamos. Amor é acreditar no amanhã, no depois, no futuro. Amor é tudo aquilo que desejámos ontem, que desejamos hoje e que desejaremos amanhã, por muito que o neguemos. Amor é o acreditar numa vida melhor. Amor é sentir que teremos sempre um derradeiro, sincero e forte suporte do nosso lado. Um suporte que nunca nos faltará e que estará sempre presente para nos receber quando um dos nossos dias dissolver as cores escuras da vida. Amor é ver a pessoa que amamos nas nuvens, no céu, no mar, na água, nas árvores, no vento. Amor é o calor, e o frio; amor é a brisa, amor é a melodia, amor é a pauta, amor é a letra, amor é...poder. Amor é o poder. E nunca nada o descreverá tão bem quanto isso.
Amor é simplesmente senti-lo. Senti-lo, querê-lo, desejá-lo, pedi-lo. Amor é...amar o próprio amor.
Amor é doentio. Amor...amor verdadeiro é para sempre.

I will never say never.

«Quem tudo quer, tudo perde.»

Estaria a mentir se dissesse que antes, algures noutro espaço da minha vida, eu sofri tanto quanto agora. Porque não, nunca nada me custou tanto. Sinto-me culpada. Sinto-me culpada, quando verdadeiramente não tenho culpa de rigorosamente nada. Fui apenas uma vítima, não fui? Fui apenas mais uma...não fui? Quantas vezes me interroguei sobre o curto espaço que percorria a minha vida...quantas vezes me questionei sobre a tua ausência precoce que eu tudo fiz para esconder...era preciso incendiar o mundo para te ter de novo outra vez. Era preciso que...eu fosse alguma espécie de livro, onde se apaga tudo aquilo que não interessa, onde tudo é esquecido, onde tudo tem perdão e exactidão. Eu queria...queria saber lidar dessa forma. Queria saber pensar que nada se passou, e que, mais tarde ou mais cedo, eu vou acordar do pesadelo que tu me proporcionaste. Tu, tu, tu...sempre tu. Como se em todas as meras páginas da minha vida, o teu nome estivesse agrafado de tal forma, que nada dali o pode tirar. Quantas vezes me perguntei se era eu que pedia de mais, se era eu que exigia o que nunca existiu...quantas vezes me culpei para te desculpar os erros...quantas vezes tomei a posse de todas as tuas más atitudes para comigo, dos teus actos inconsequentes e não pensados. Quantas vezes eu fiz de tudo para que...voltasses a ser apenas...como te conheci.
Não quero acreditar. Não quero acreditar que o tempo passou e que...tu ficaste desta forma. Não quero acreditar que neste momento, estou a chorar por tudo me ter fugido por entre os dedos, e muito menos, me quero acreditar que todos os dias em que acordo, já nada na minha vida palpita com a ideia de que és meu e de que tudo é por ti, somente por ti. A constituição completa e objectiva que passei para ti e deixei nas tuas mãos, tive de voltar a recuperar. Sinto que quando me levanto, nada dura mais do que dez segundos para que depois, eu já esteja presa ao chão como uma pedra que permaneceu ali desde sempre.
Tenho tanto em que pensar...ou será que a altura de o fazer, já passou? Devo mudar de capítulo e deixar tudo para trás, como se nunca nada tivesse existido e marcado a minha vida até nas coisas mais mínimas e insignificantes? Neste momento, só me pergunto o porquê de seres tu. O porquê de seres tu quem eu ame, quem eu queira, quem eu venere, quem eu deseje, de quem eu precise. Neste momento, só me pergunto porque foste tu a pessoa por quem me apaixonei. Queria tanto acordar amanhã e já nem te sentir nas entranhas do meu coração...queria tanto mentalizar-me da ideia que todos os bombeamentos das minhas artérias, têm obrigatoriamente de deixar de o fazer por ti...mas nada. Por muito que eu tome essa decisão, por muitos cabelos que arranque para que me convença disso, nada me faz esquecer-te. Nada me faz acreditar que não és perfeito, nada me faz crer que já não és meu, nada me faz ter vontade de desistir e perder as esperanças. Nada de nada, de simplesmente nada. Porque contigo sempre existiu o tudo do tudo do tudo. Eu queria assentar os pés na Terra e perceber a forma como estou a ser usada e manipulada...pelo tempo. Que me mantêm presa a ele, como uma raia no fundo do mar. Qualquer pessoa neste momento diria: 'Odeio-te tanto...por tudo o que me fizeste!' e...eu? Eu...tenho vontade de dizer o quanto te amo. Tenho vontade também de perceber tudo. Tudo o que não me disseste por receio, tudo o que ainda tens para me dizer e não dizes, tudo o que queres e o que não queres, tudo o que sentes e o que não sentes. Tudo. Porque sinto que muito ficou por dizer. Talvez nada devesse ter tomado este rumo inconsequente e instável, talvez...nenhum de nós hoje estaria a passar por isto. Talvez tu estarias aí, e eu aqui. Talvez tu fosses simplesmente "tu", e eu simplesmente "eu". Talvez dessa forma, nunca nada nos tivesse ligado e nos tivesse levado a estar assim, desta forma, neste momento. Sabes o que dava para poder rebobinar no filme que criaste? Sabes o que faria para...? Eu só quero poder erguer a cabeça, sentir-me digna e orgulhosa de mim própria. Orgulhosa por ter passado por tudo isto, e ainda continuar aqui.
Sinto-me destruída. Como se tivesse levado com a tua indecisão, a minha vida. Devias ter cuidado bem de mim. Amei-te tanto...e porquê usar verbos conjugados no passado, se para mim, tudo ainda está bem presente? Porque me fizeste isto? Porque me sacrificaste a este ponto? Porque...foste tão inconsequente? Carago, e porque continuo eu a ver a tua imagem como a coisa mais perfeita que conheço? O erro nunca foi meu. Mas desta vez, está claramente a ser. Quero seguir em frente, mas sinto que sem ti...nunca conseguirei.
Dei-te tudo, enquanto pude.
Adeus, amo-te. Até um dia.

,

«Quanto mais conheço os homens, mais gosto do meu cão.»
Abri um livro ao acaso, numa página onde dizia essa frase e achei-a curiosamente interessante e intrigante.
-
Ao início é sempre tudo muito bom. Não existem conliflitos, perturbações, sofrimentos e lágrimas. Os meses passam, o encanto desvanece, o tempo volta a ganhar a cor normal, e a brisa passa a usufruir do mesmo temperamento: frio, bem gélido. Ficamos sobrecarregados com a culpa de nunca termos mudado antes tudo aquilo que podíamos ter mudado, e hoje, já não pudemos.
O desejo aumenta, o sentimento enriquece...a perda torna-se grande, os factos verdadeiros. Os pesadelos passaram a optar pelo lugar da realidade. Onde já nada é ficção ou mera nuvem negra passageira diante de uma...miragem temporária. O olhar perdeu o brilho, as nuvens distanciaram-se, as estrelas fugiram, a lua tomou o seu rumo.
Tudo é bom, nada é bom; tudo se ama, nada se ama; tudo é perfeito, nada é perfeito. Com a excepção de ti. Que continuas a ser perfeito, todos os simples dias da tua vida de que eu tanto preciso.

Let's Go.

Sabes simplesmente quando...sentes o chão estreito e escorregadio?
A minha vida parece algo igual em conjunto com uma montanha russa que eu temo todos os dias da minha vida.
-
Eu nunca desisto porque eu sou forte. Eu sei que sou. Sinto-me capaz. Capaz de te ter, de te merecer, de te proteger, de te beijar, de te abraçar...de te ter como a peça mais fundamental da minha vida em torno de todas as outras.
Eu sei que sou capaz de te ter como meu namorado.

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Os bebés choram, as crianças choram, os adolescentes choram, os jovens choram, os adultos choram, os idosos choram...as mulheres choram, os homens choram.
Toda a gente chora, apenas ninguém se apercebe que chorar faz bem e que nunca nada é por acaso.